Translate

terça-feira, 24 de setembro de 2013

A MÃO CHIFRADA!

Estou eu aqui novamente para falar sobre símbolos e mensagens que ninguém sabe o significado, mas que ainda assim insistem em dizer que iremos para o inferno por causa delas. Hoje, em especial quero falar sobre esse símbolo:
Dizem que este símbolo representa o 11, pois o CAPETA quer ser mais do que Deus, cujo numero é o 10 ( o Alfa e o Omega)... Não discordo que algumas pessoas tem consciência disso é que realmente fazem o símbolo “desafiando” Deus. Mas sejamos sinceros, a grande maioria levanta a mão para o alto e faz o símbolo pensando apenas em uma coisa: ROCK N` ROLL!!!!!
Seria a “ignorância” motivo para o castigo eterno?
Mas até onde é realmente ignorância? Este símbolo, usados por roqueiros do mundo todo, representa mesmo o 11 e faz apologia ao Demônio? Ou apenas pelo fato de o rock ser considerado a musica do mal, juntaram tudo e fizeram um bolo só?
 o cara que mais utilizou e popularizou esse sinal no rock foi Ronnie James Dio: 

Ozzy utilizava muito um gesto levantando os dedos indicador e médio, simbolizando um "V" e Dio queria ter um sinal para se identificar com seus fás. Ao invés de copiar o Ozzy ele utilizou um sinal muito usado por sua avó italiana, que usava esse gesto para afastar o mau-olhado.
“Achei esse blog que fala bastante sobre o símbolo e gostaria de compartilhar: http://conexaoimaginetics.blogspot.com.br/2011/07/significado-da-mao-chifrada.html

Mas no final das contas, depois de mostrar os dois lados da versão do surgimento do símbolo, volto a dizer: “A maioria das pessoas não o faz adorando ao capeta e muito menos para espantar o mal olhado!”
Caímos então naquela velha questão: “Se eu erguer a mão e fizer o símbolo, automaticamente estou adorando o Capeta? Ou preciso direcionar meu pensamento para isso?” e do mesmo modo “Se eu apenas me ajoelhar e juntar as mãos eu já estou adorando a Deus, ou eu preciso direcionar meu pensamento para isso?”

RETIRADO DO BLOG DO MAIRON!

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Dízimo


Quando era criança ouvi uma história que na época, como muitas outras, passaram despercebidas. Não que eu não tenha prestado atenção, apenas não refleti sobre o que escutei.
Era a história de uma mulher que foi a igreja e deixou de dar o dinheiro do dízimo porque sua filha estava querendo um sorvete. Na volta para casa, a garota ganhou o sorvete e, antes que pudesse provar, o sorvete caiu no chão.
O ensinamento que a minha professora de catequese na época deveria estar querendo passar era o de que “DEUS CASTIGA SE VOCÊ NÃO DER O DÍZIMO” (e olha que, pelo que me lembro, a propaganda de dízimo na igreja católica na época não era nem de perto como é agora).
Analisando essa história hoje eu acho que ela deveria ser um pouco diferente. Acho que a mulher, quando negasse o sorvete a menina tivesse o coração tocado pelo sermão do padre ou por algum conselho de alguém ao seu lado e voltasse atrás na escolha.
Sim, é excelente ter esse comprometimento com Deus de devolver esses 10% do que ele nos da. Mas... (é claro que o sorvete é um simples exemplo)... Deus não quer que você tire dos seus filhos para “dar” para ele.
Já brinquei com crianças sujas e mal alimentadas, sendo expostas aos piores tipos de influências na rua porque os pais simplesmente não as queriam dentro de casa para não atrapalhar sua faxina ou seu descanso . E no mesmo dia via os pais dessas crianças cantando e adorando na igreja. Isso aperta o coração.
Ame Deus sobre todas as coisas, mas lembre-se de que Ele está em tudo o que nos cerca, em cada pequeno ser e em cada pessoa. Se você não ama o que Ele criou, como pode ama-lo?
Deus não precisa do seu dinheiro. Se você pode dar, de. Mas se tiver que escolher entre dar dois reais para a igreja e comprar um sorvete para seu filho para que ele fique feliz, compre o sorvete para ele.
Dosar as coisas para que isso não se torne uma desculpa para faltar com seu compromisso com Deus é de responsabilidade individual de cada pessoa.

terça-feira, 3 de setembro de 2013

SOBRECARGA



Nossa vida é como uma corrente. Uma corrente que é esticada toda vez que nos aplicamos uma nova atribuição. É como um suporte sustentado por essa corrente, e tudo o que fazemos é colocado nesse suporte.
Trabalho, faculdade, casamento, igreja, lazer...

CRASH!!!

Não demora muito e a corrente se rompe. E tudo desmorona. Quebra como vidro, fragil que é.
Nossos mecanismos de defesa porém, na maioria das vezes impedem que essa corrente se rompa. Então, automaticamente tiramos uma destas “cargas” que estão sobre o suporte para que tudo não desmorone.
INFELIZMENTE, PARA A MAIORIA DAS PESSOAS, ISSO QUE TIRAMOS É O RELACIONAMENTO COM DEUS E COM AS COISAS QUE NOS LEMBRAM DELE.
É mais fácil. Deus não nos exige nada. Não existe nenhuma influencia externa que nos obrigue a honrar nossos compromissos com Ele. Não é como um emprego em que você é mandado embora. Ou como o casamento, em que seu conjuge vai certamente reclamar da sua falta.
Assim, sempre que nos sentimos precionados ou precisamos abrir mão de algo a maior parte das pessoas escolhe Deus!

Quando isso acontece, a verdade é que ninguém tem forças para resistir sozinho. Justamente porque precisamos dessa influencia externa. É nesse ponto que vive a importância da vida em comunidade. Temos que estar atentos as pessoas ao nosso redor, pois a maioria não demonstra estar passando por essa presão que os faz se afastar de Deus. Aqueles que se consideram cristãos não podem deixar que aqueles com menos forças ou mais dificuldades para se manter no caminho desistam por falta de apoio. DEVEMOS SER ESSE APOIO!