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quarta-feira, 27 de novembro de 2013

O EXEMPLO ARRASTA – EXEMPLO NO AMBIENTE DE ESTRESSE



Nos dias atuais a maior parte da população adulta da terra passa mais tempo no trabalho do que em qualquer outro lugar. Essa rotina, repleta de monotonia e obrigações, gera sobre nós uma pressão tão grande que acabamos sendo levados pelas emoções. Ser exemplo em um ambiente desses é extremamente difícil!
Quando se pensa em exemplo no ambiente de trabalho logo se é remetido para as antigas palestras sobre motivação e liderança. Não é sobre isso que quero falar aqui. O foco é em como ser exemplo de vida em qualquer ambiente, inclusive no estressante ambiente do trabalho.
Antes, vamos tentar fazer uma breve recapitulação do tipo de exemplo que devemos ser. Simples: SER O MAIS PRÓXIMO DO QUE CRISTO FOI. Nunca conseguiremos alcançá-lo, mas sem dúvidas amar como ele amou, servir como ele serviu, viver como ele viveu... Não existe melhor exemplo que se possa dar. 

O MONGE E O EXECUTIVO” traz um estudo sobre o amor no sentido bíblico que pode ser aplicado tanto no trabalho como na vida. É uma leitura que eu gostaria de indicar. Tratar tudo e todos ao seu redor com esse amor é sem dúvidas um ótimo exemplo a se dar. O amor contagia as pessoas. Resumidamente, e de acordo com meu entendimento, o livro diz que o AMAR é:

SER PACIENTE: Mostrar controle sobre as emoções.
TER BONDADE: Dar atenção, incentivo.
HUMILDADE: Não ser orgulhoso, arrogante.
RESPEITO: Tratar o outro como uma pessoa importante
ABNEGAÇÃO: Colocar a necessidade do próximo antes da sua.
PERDOAR: Não guardar ressentimento,
HONESTIDADE: Ser livre de engano.
COMPROMISSO: Sustentar as escolhas.


Imagine se aplicarmos essas 8 virtudes em cada atitude do nosso dia a dia. Os resultados seriam incríveis!
Porém, no ambiente de trabalho as coisas são complicadas. Pessoas de criações e pensamentos diferentes dividem o mesmo espaço e buscam o mesmo objetivo, ou não. Níveis de comprometimento com o trabalho e com a vida em si totalmente diferentes. Não é como em uma igreja, em que todos tem pelo menos o mesmo foco de padrão de certo e errado. Não é como em um grupo de amigos que se encontrar no fim de semana, onde a única preocupação é se divertir. E nem como em uma sala de aula, onde no final, cada um dependia apenas de si próprio. No trabalho, as atitudes dos outros afetam sua vida, assim como a sua afeta a dos outros, ao menos durante o expediente. É por isso que é tão difícil ser exemplo em um local como esse.
Como ser paciente com alguém que simplesmente se recusa a trabalhar? Como colocar os interesse de alguém que só olha para o próprio umbigo antes dos seus?
É importante entender, que o objetivo aqui não é ser exemplo apenas para subordinados, mas também para superiores! E isso é ainda mais difícil!
Para que isso seja possível devemos lembrar antes de mais nada que AMAR NÃO SIGNIFICA DEIXAR O OUTRO FAZER O QUE QUER! Quem ama corrige, repreende e ensina. (não vamos começar a chamar a atenção do chefe e perder o emprego por isso).
Tratar as pessoas como gostaríamos de ser tratados, e amá-las como Jesus amou. Acredito que não existe melhor maneira de ser exemplo na vida de qualquer pessoas, inclusive em ambientes de grande estresse. 

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

O EXEMPLO ARRASTA - A MUDANÇA COMEÇA EM CASA




Só existem duas maneiras de se criar mudanças verdadeiras na vida das pessoas. Uma delas é pela força, impondo leis e reprimindo caso elas não sejam seguidas. Porém a história mostra que a mudança pela dor não é duradoura ou real. Ela esfria e é esquecida rapidamente. A outra maneira é a mudança pelo exemplo, e essa, caros leitores, é capaz de sobreviver ao tempo.
Agir conforme as leis e as regras de conduta que nós mesmos criamos é a única forma de fazer com que as pessoas também as sigam. O tradicional “faça o que eu digo, não faça o que eu faço” não funciona nem nunca funcionou.
E o primeiro exemplo que temos na vida são nossos pais. Metade do que somos é baseado no que aprendemos simplesmente olhando nossos pais, logo, 50% do que nossos filhos serão é culpa nossa. Estaríamos nós, imperfeitos, capazes de lidar com tamanha responsabilidade?
Ser exemplo parece uma coisa bastante simples no papel. Ser o espelho das próprias exigências. Simples não? Na verdade, é muito complexo!
Primeiro, como saber se nossas exigências com nós mesmos e com nossos filhos estão corretas? Em que devemos nos basear? Nas leis? Nos padrões da sociedade? Todos eles são falhos, imperfeitos e absurdos.
Imagine educar uma criança dizendo que ela deve ter um corpo escultural, fazer de tudo para ser bonita ou caso contrário nunca será aceita pelas pessoas. Absurdo não? O pior é que tem gente que faz isso. As crianças de hoje acreditam que seus atos não tem consequências, que podem fazer tudo o que querem, que algumas pessoas não são importantes e não devem ser consideradas ou aceitas, crianças repletas de vícios nocivos... Essas coisas são implantadas em casa. Muitos culpam a rua, mas a verdade é que a formação moral, os conceitos de certo e errado vem todos de casa e são apenas reforçados ou não pela sociedade. Se o seu filho tiver mais confiança ou admiração por alguém da rua, com certeza ele vai levar para sua vida o que aprendeu na rua, mas a responsabilidade é apenas sua.
Se você não der amor para seu filho, um drogado vai dar” (Anjos de Resgate). Para que seu filho confie mais em você do que em alguém do mundo, você deve conquistar essa confiança. De atenção ao seu filho, participe de vida dele, de amor, compreensão e disciplina. E principalmente, seja exemplo, faça com que ele veja em você a pessoa que ele quer ser.
Novamente voltamos ao termo exemplo. Mas em que exemplo devo me basear?
Existiu a muito tempo um homem que, você acredite nele ou não, inspirou e inspira até hoje pessoas de todo o mundo, Jesus! O modo como esse homem viveu é sem dúvidas o melhor exemplo que podemos levar para nossas vidas. Uma vida dirigida pelo amor, um amor puro e incondicional!
Um bom exemplo é capaz de mudar as pessoas, e esse amor que vem de Deus é capaz de mudar o mundo.
Imagine um mundo repleto de crianças completamente orgulhosas de seus pais. Imagine os pais que essas crianças serão. Imagine um mundo habitado pelos filhos dessas crianças.
Deixar que seu filho veja você agindo de maneira diferente daquela que você deseja que ele viva ira decepcioná-lo de maneira devastadora. E recuperar a confiança dessa criança é quase impossível.
Por fim, retifico o título desse, a mudança não começa dentro de nossas casas, ela começa dentro de nós mesmos! Se formos corretos, nossos filhos serão. Se formos honestos, bons, fiéis... Eles o serão!



Inspirado na palestra do Pr. Winston Lages no aniversário da Comunidade Viva em Manaus.

terça-feira, 24 de setembro de 2013

A MÃO CHIFRADA!

Estou eu aqui novamente para falar sobre símbolos e mensagens que ninguém sabe o significado, mas que ainda assim insistem em dizer que iremos para o inferno por causa delas. Hoje, em especial quero falar sobre esse símbolo:
Dizem que este símbolo representa o 11, pois o CAPETA quer ser mais do que Deus, cujo numero é o 10 ( o Alfa e o Omega)... Não discordo que algumas pessoas tem consciência disso é que realmente fazem o símbolo “desafiando” Deus. Mas sejamos sinceros, a grande maioria levanta a mão para o alto e faz o símbolo pensando apenas em uma coisa: ROCK N` ROLL!!!!!
Seria a “ignorância” motivo para o castigo eterno?
Mas até onde é realmente ignorância? Este símbolo, usados por roqueiros do mundo todo, representa mesmo o 11 e faz apologia ao Demônio? Ou apenas pelo fato de o rock ser considerado a musica do mal, juntaram tudo e fizeram um bolo só?
 o cara que mais utilizou e popularizou esse sinal no rock foi Ronnie James Dio: 

Ozzy utilizava muito um gesto levantando os dedos indicador e médio, simbolizando um "V" e Dio queria ter um sinal para se identificar com seus fás. Ao invés de copiar o Ozzy ele utilizou um sinal muito usado por sua avó italiana, que usava esse gesto para afastar o mau-olhado.
“Achei esse blog que fala bastante sobre o símbolo e gostaria de compartilhar: http://conexaoimaginetics.blogspot.com.br/2011/07/significado-da-mao-chifrada.html

Mas no final das contas, depois de mostrar os dois lados da versão do surgimento do símbolo, volto a dizer: “A maioria das pessoas não o faz adorando ao capeta e muito menos para espantar o mal olhado!”
Caímos então naquela velha questão: “Se eu erguer a mão e fizer o símbolo, automaticamente estou adorando o Capeta? Ou preciso direcionar meu pensamento para isso?” e do mesmo modo “Se eu apenas me ajoelhar e juntar as mãos eu já estou adorando a Deus, ou eu preciso direcionar meu pensamento para isso?”

RETIRADO DO BLOG DO MAIRON!